08.11.11

Eleição da nova diretoria para o biênio 12/13.

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09.12.11

Festa de 8 anos da CFCF e entrega da premiação da 2ª Avaliação.

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Champanhes: Sensualidade e Celebração

Artigo publicado na REVISTA CONTEMPORÂNEA -4ª EDIÇÃO

 

Regina Celi Sabbi Essenburg - Sommelière AIS/Associazione Italiana Sommeliers

 

      Para inaugurar esta coluna, nada mais oportuno do que iniciar um passeio pelo universo dos champagnes e espumantes. Seu frescor nos atrai, a delicadeza do seu perlage nos remete para o lado da sensualidade, leveza e descontração.

     Don Pérignon fez do champagne o vinho dos príncipes. No século XVIII dizia-se que, quem tomava de uma boa garrafa, ficava preso a essa bebida pelo resto da vida. Mas foi a Vva Clicquot que, com sua tenacidade, criou o processo champenoise (segunda fermentação na própria garrafa), transformando-o no vinho das celebrações no mundo inteiro.  O líquido era denso e turvo, com alto teor de doçura. Assim, essa fabulosa bebida teve na sua história, a notável participação de grandes mulheres, consideradas  “contemporâneas” para a sua época.

    Com a Revolução Industrial e o enriquecimento da classe média, principalmente na Inglaterra, o luxo reservado à aristocracia se tornou presente também em eventos sociais. Para integrar-se ao contexto moderno era preciso eliminar a doçura e transformá-lo numa bebida que combinasse com qualquer refeição e pudesse ser degustada por longas horas. Foi então que Madame Pommery, com suas idéias inovadoras, criou o  champagne brut.  

    Champagne ou espumante? Se forem elaborados na região de Champagne/França, são chamados pelo mesmo nome. Quando feitos em outras regiões desse país, mas pelo mesmo método, são denominados Cremants; na Espanha são Cavas, na Itália e América Latina, Espumantes. Sempre para compartilhar momentos de alegria. Tim, tim!