Histórico da Confraria Feminina do Champanhe de Florianópolis
A história da Confraria Feminina do Champanhe de Florianópolis – CFCF teve seu início quando a arquiteta Denise Nervo Cunha, na época, integrante da Confraria do Champanhe da Serra Gaúcha(CCSG), transferiu seu escritório e residência de Caxias do Sul para Florianópolis. A distância a impedia de dar continuidade na sua participação nas reuniões mensais onde desfrutava de grande aprendizado sobre a bebida que tanto apreciava. Foi quando teve a idéia de convidar um grupo de cinco amigas, também apreciadoras desta deliciosa bebida, para organizarem a Confraria Feminina do Champanhe de Florianópolis, pois não havia nenhum grupo que se dedicasse ao aprimoramento do conhecimento a este respeito naquele momento, na cidade. Era uma forma de contribuir com a cidade que a estava acolhendo.
A Primeira Reunião
Aconteceu em abril de 2003, na residência da administradora Sandra Regina Nunes Amêndola Cunha Barbosa, com vista para maravilhosa Baía Norte. Na ocasião, outra das amigas convidadas, a Ceres de Azevedo, proprietária da Doce Sabor e especialista na arte de cozinhar, trouxe deliciosas Bruschetas para serem degustadas junto a um refrescante espumante nacional trazido por outra integrante do grupo, a dentista Gisele Cristina Verzola Barreto. A administradora Carmem Alice Argiles Laitano e a médica homeopata Sissi Diva Lanner, esta também vinda da serra gaúcha, completavam o grupo.
A idéia
Neste primeiro encontro, a veterana Denise Nervo Cunha, apresentou a idéia de criar a CFCF com o apoio da confraria da qual fazia parte até então, pois já havia feito contato com a CCSG, e elas haviam se colocado à disposição de ajudar nesta empreitada. Assim, já tínhamos nossas madrinhas, as quais passariam toda a experiência que possuíam no assunto.
O Início
A aceitação foi imediata, pois nada melhor que a alegria de um espumante para combinar com a Ilha da Magia. Foi assim que arregaçamos as mangas e iniciamos o desenvolvimento do árduo trabalho de organização da entidade.
O grupo passou, então, a reunir-se semanalmente, sempre acompanhadas de um bom espumante e das delicatesses da Doce Sabor.
Baseadas na formatação de nossas madrinhas, tínhamos a intenção de realizar encontros mensais onde enólogos e sommeliers, profeririam palestras informativas acompanhadas de jantar, o qual seria harmonizado com os espumantes e champanhes degustados em cada ocasião. O objetivo da confraria, além do aprendizado e aprimoramento do conhecimento sobre o champanhe, seria também a divulgação da bebida. E, por que não, uma troca de informações e ampliação do círculo de amizades em torno de um tema comum, o Champanhe.
Criando uma entidade (e identidade)
Uma das primeiras providências foi fazer contato com as casas especializadas para falar sobre a organização do grupo e convida-las para participar como os primeiros palestrantes, como uma forma de unirmos forças.
Mas para que tudo isso se viabilizasse, precisamos fazer nosso estatuto, que mais uma vez, foi baseado no de nossas madrinhas. Contamos também com os préstimos do advogado Guilherme Barreto, marido da confreira Gisele Barreto, que nos orientou no encaminhamento legal de toda documentação.
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